É velha a prática de tentar vender alguns pertences quando a vidinha não corre pelo melhor.
A este respeito diz o Povo: “Vão-se os anéis mas fiquem os dedos”.
O Governo, no seu desespero de combate ao défice, joga a mão a tudo o que vê em redor e conseguiu que a venda de edifícios públicos disparasse em relação aos dois anos anteriores.
No caso das famílias há sempre um penhorista ou um avarento a beneficiar.
Só falta saber quem enriquece com estas medidas do Governo...
O pior é que os anéis, de tão apertados que estão, vão obrigar a que se corte os dedos também.
Por este andar, mais valia que vendessem Portugal em hasta pública internacional. Podia ser que assim os portugueses lucrassem alguma coisa com isso.